HEMOCORD É DESTAQUE
EM CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS
NA ÁREA DA SAÚDE
Sócias Martina Fritsch e Karolyn Ogliari durante a cerimônia de premiação
Reconhecimento foi entregue na Câmara Municipal de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, em 19 de dezembro
O Hemocord, único banco gaúcho de cordão umbilical com laboratório no Rio Grande do Sul, recebeu o PRÊMIO JOÃO CARLOS HAAS SOBRINHO de Direitos Humanos, na categoria pesquisa e saúde. Há 11 anos, o reconhecimento destaca pessoas e entidades que promovem a defesa dos direitos humanos em suas respectivas áreas de atuação e homenageia o médico gaúcho de mesmo nome pela luta em prol da defesa dos direitos humanos em nível nacional. Dentre as personalidades já homenageadas estão o jornalista Caco Barcellos, a Ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Maria do Rosário e, nesta última edição, a Deputada Federal Manuela D'Ávila.
A relevância e a qualidade dos serviços prestados na área da saúde e o incentivo à pesquisa com células-tronco junto ao Instituto de Pesquisas Biomédicas da PUC-RS renderam ao Hemocord a distinção entre os agraciados da edição 2011.
Na ocasião, a Doutora Karolyn Sassi Ogliari, diretora do Hemocord, representou a instituição na cerimônia que também contou com a presença de autoridades locais e de vários colaboradores da empresa.
Obstetra Karolyn Sassi Ogliari,
Diretora Geral da HemoCord, esclarece dúvidas sobre
células-tronco
Por que armazenar o sangue de cordão?
O principal motivo seria porque a chance de achar um doador de medula óssea ou e de sangue de cordão compatível, em caso de necessidade de transplante para doenças como a leucemia e outros tumores infantis, é de 1 em 1 milhão, ao passo que entre parentes de primeiro grau é de 1 em 4. Por isso, torna-se interessante manter o sangue disponível para a família. Sem falar que, dependendo da doença, o sangue do cordão poderá ser utilizado pela própria criança, com risco nulo de rejeição.
Thiago Rodrigues e Cristiane Dias
armazenam as células-tronco do pequeno
Gabriel no Hemocord
O ator Thiago Rodrigues, que interpretou o personagem Cassiano, na novela da Globo, A Favorita e Cristiane Dias, apresentadora do Esporte Espetacular, da mesma emissora armazenaram as células-tronco do seu primeiro filho Gabriel, no banco gaúcho de sangue de cordão umbilical, o HemoCord.
O nascimento de Gabriel aconteceu dia 04 de junho, no Rio de Janeiro.
Sangue de cordão umbilical é mais usado do que medula A ciência acreditava que as células-tronco só existiam nos embriões. Hoje, elas são retiradas de várias partes do corpo.
GRAZIELA AZEVEDO São Paulo
"Vanessa literalmente nasceu de novo. No dia 8 de outubro de 2004, em que ela fez o transplante, ela nasceu novamente", diz Mary Regina Canal, mãe da menina.
Vanessa Canal, de 14 anos, conta o que faz agora que não podia fazer antes: “comer um monte de coisas, tomar sorvete, nadar, ir no mar, tomar sol e muito mais coisas".
A menina que tem fome de viver é nossa velha conhecida. Ela foi entrevistada pelo Globo Repórter em 2005.
Ele tinha várias restrições, depois de passar por três tratamentos de quimioterapia. E não deu certo. A opção, então, era o transplante de medula, mas Vanessa não achava um doador compatível. Quando tudo parecia perdido, um cordão umbilical salvou a vida dela. “Eu fui o primeiro caso de sangue de cordão brasileiro. Foi uma vitória maravilhosa", reconhece Vanessa.